Dica da Provi: seu Pix mais seguro

O Adriano te ensina como você pode usar o Pix para fazer pagamentos rápidos, práticos, gratuitos e, não menos importante, com segurança.

Enquanto algumas pessoas usam o Pix para algumas finalidades um pouco diferentes do que o Banco Central planejou, muita gente já aproveita esse novo sistema de pagamentos para fazer transferências rápidas e gratuitas de um jeito prático.

O que não podemos esquecer é que, como qualquer assunto envolvendo finanças e internet, é muito importante cuidar da nossa segurança para não cair em golpes e fraudes que estão sempre por aí – e com o Pix não é diferente.

Por isso, a dica de hoje é do Adriano Carvalho, Coordenador de Compliance na Provi, com algumas orientações para você garantir que vai usar o Pix sem medo de cair em algum esquema malicioso.

Seu Pix mais seguro

A dica que eu tenho para compartilhar é sobre como evitar fraudes no novo sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, o Pix.

Em desenvolvimento desde 2018, o novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central entrou em operação a partir de novembro de 2020, mas ganhou visibilidade com a quantidade de pessoas e movimentações efetuadas após a abertura do cadastro da chamada chave Pix.

A novidade, que dá mais agilidade aos pagamentos e demais operações monetárias, atraiu não só usuários comuns, mas também oportunistas, o que causou uma multiplicação nas tentativas de fraudes usando o Pix.

Na atual fase do Pix, com muita gente ainda fazendo seus registros de acesso, o maior risco é o de captura dos dados bancários. O golpe mais comum é o phishing, prática na qual criminosos utilizam links falsos enviados por emails, SMS e mensagens em redes sociais para coletar informações confidenciais.

Geralmente o fraudador procura se passar por um operador de pagamento (como um banco ou uma fintech, por exemplo) e então envia um link apresentado como acesso ao cadastro. Se o usuário clicar no link oferecido e digitar seus dados, todas as informações serão, na verdade, entregues ao fraudador.

Essa coleta de dados também pode ser feita a partir da clonagem da página da instituição (por meio da qual os criminosos podem conseguir acesso à conta e cartões da vítima), ou pela instalação de ferramentas de acesso remoto (ou RAT) no dispositivo utilizado para acessar o endereço malicioso.

Todas essas modalidades de ataque se valem da principal fragilidade de quaisquer sistemas digitais: a possibilidade de falha humana.

Para fortalecer esse ponto e evitar fraudes no Pix, alguns cuidados simples podem ser seguidos. Vale lembrar que eles se aplicam não apenas ao novo sistema, mas para todas as modalidades eletrônicas de pagamentos ou transações. Entre as dicas básicas para o emprego das ferramentas digitais estão:

Evitar redes públicas ou conexões de wi-fi desconhecidas. Nesses casos, um fraudador pode se valer de fragilidades adicionais de segurança para interceptar o tráfego de dados e utilizá-los ilegalmente;

Ter senhas reforçadas no aparelho utilizado. Na prática, o smartphone se tornará uma carteira digital e deve ser cercado de cuidados para evitar invasões e dificultar a ação de fraudadores;

Manter os aplicativos sempre atualizados. A medida é essencial para ter certeza de que as atualizações de segurança também estão em dia;

Certifique-se sempre da origem do boleto, código de barras ou QR Code para qualquer modo de pagamento, não apenas o Pix. Esse cuidado evita golpes que fraudam esses elementos para enganar pagadores.


Para acompanhar todas as dicas que a equipe da Provi tem para compartilhar com você, além de conteúdo sobre carreira, finanças e desenvolvimento profissional, acompanhe o nosso blog.

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Veja mais sobre o autor

Matheus Torrano

Apaixonado por criatividade e inovação, busco maneiras de tornar as vidas das pessoas mais felizes com o meu trabalho.